Workshop de Produção de Plantas Aromáticas (07 e 08 de Março)

No fim-de-semana de 07 e 08 de Março decorrerá no Cantinho das Aromáticas o workshop de Produção de Plantas Aromáticas.

Destinado a potenciais produtores, neste workshop poderá aprender todas as técnicas utilizadas no cultivo, colheita, secagem e armazenamento de plantas aromáticas medicinais e condimentares.

O programa proposto contempla toda a informação fundamental para arrancar com o seu próprio projecto de produção.

Aproveite o preço promocional da pré-inscrição! Desconto de10% a partir de duas inscrições.

Para compra e mais informações, consultar o link da loja online do Cantinho das Aromáticas: https://bit.ly/2tZihX2.
 
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As perpétuas roxas e o rock português

Conheci o Manu Rocha no dia 03 de Fevereiro de 2014. Na altura, era vocalista da banda Mean Rock Machine. Chegou ao Cantinho das Aromáticas à procura de perpétuas-roxas, porque tinha um importante concerto dias depois.

Hoje, 05 de Fevereiro de 2020, precisamente 6 anos e dois dias depois, o Manu voltou, agora como roadie principal dos GNR. Desta vez levou perpétuas-roxas para o Rui Reininho.

O próximo concerto dos GNR é já no dia 14 de Fevereiro, no Coliseu do Porto. Estou seguro que a pronúncia do Norte, na voz única do Rui, ladeado pelos magníficos Tolí e Jorge Romão, deixará todos os seus fãs emocionados.

Adivinhem quem vai lá estar mesmo na frente do Coliseu, no meio das dunas, sentado num divã, à espera que chegue a Ana Lee?!

Tudo cozinhado em lume brando pelo grande chefe Ivo Loureiro! Que maravilha!
 

 

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Entusiasmo...

Foi notório o meu enorme entusiasmo no regresso ao programa Praça da Alegria. O meu Peugeot, ali mesmo ao lado do pilão, nunca falha. Tem um motor dos antigos...
 
 

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Aniversário do Cantinho das Aromáticas na Praça da Alegria

O Francisco estreou-se nos corredores da RTP! Acompanhou seu Pai no regresso à Praça da Alegria, onde durante vários anos manteve uma rubrica sobre agricultura e jardinagem.

Assim que chegamos ao estúdio, fomos recebidos com enorme carinho por toda a equipa! O pequeno Francisco só queria saber onde estavam as galinhas e ovelhas, embora hoje o tema fossem os 18 anos do Cantinho das Aromáticas e as misturas de condimentos!  
 
 
http://media.rtp.pt/praca/rubricas/dicas/cantinho-das-aromaticas-luis-alves/

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Ética olfactiva

Hoje venho falar-vos de um conceito pouco discutido pelo grande público, a ética olfactiva. Todos nós já viajamos no tempo, ao sentirmos um determinado tipo de odor numa outra pessoa, lugar ou contexto.

À medida que determinadas moléculas interagem com os 350 receptores olfactivos no nariz, os instintos de um ser humano são despertados. Ao interpretar as nuances do código do receptor olfactivo, a ciência actual visa entender como os seres humanos discriminam o odor para gerar emoções positivas, em todo o mundo.

O cheiro do cozinhado no forno, daquele bolo especial que a mãe costumava fazer, pode fazer-nos sorrir inesperadamente, porque nos remete de imediato para uma sensação de lugar-comum, onde de alguma forma fomos felizes, ainda que por momentos.

O cheiro é uma ponte importante entre as pessoas e a própria vida. Traz cores e emoções para o quotidiano, conferindo um significado especial a cada momento, mesmo que por vezes de forma imperceptível.

Esta associação imediata e involuntária designa-se por memória olfactiva e assume uma enorme importância nas relações humanas.

Ao desenvolver um novo produto, os melhores perfumistas mundiais não querem apenas um bom produto. Querem um produto excepcional, que faça perdurar as boas memórias olfactivas, relacionadas com quem o utiliza ou com o contexto.

Até aqui, tudo bem. O problema é que no dia-a-dia a coisa está longe de funcionar na perfeição. Porquê?! Porque existe uma absoluta ausência de ética olfactiva.

Se assumirmos que ao expormos alguém a um determinado aroma corremos o risco de ser indelicados ou incómodos, torna-se claro que certas sensações olfactivas, involuntárias ou não, podem provocar nos outros uma forte sensação de desconforto e até de repulsa.

Socialmente vamos interiorizando, desde muito cedo, determinados códigos de conduta, de forma a evitar causar este tipo de sensações. Quase todas as pessoas reconhecem que não se deve soltar um flato, que se adivinha malcheiroso, num lugar público, como o elevador ou no escritório.

Ou emitir gases do estômago pela boca durante uma conversa, depois de um bacalhau de cebolada. Estar próximo de indivíduos que emanam fragrâncias corporais desagradáveis, gera repulsa.

Então se sabemos tudo isto, se faz parte da nossa (boa) educação, porque é que ainda é tão frequente, quando se almoça ou janta fora, ter que gramar com um bedum insuportável, do cavalheiro ou da senhora que não conseguem medir a quantidade de perfume que despejam pelo corpo abaixo?

E que deixa um rasto de destruição, inibindo a fruição de todo e qualquer aroma do repasto? Antes o efeito, ainda que desagradável mas temporário, de um flato que nos é alheio, do que inalar o pernicioso e tragicamente duradouro efeito de qualquer perfume aplicado em excesso, durante uma refeição...

Da mesma forma, como é que em certos espaços de restauração, quem nos atende e serve não percebe que ao esfregar demoradamente o seu desodorizante favorito nas axilas ou ao dar banho às fuças numa dose ruinosa de aftershave, está na realidade a destruir a possibilidade de o cliente poder alguma vez voltar?

Como é que aqueles toalhetes de mãos com aroma a limão que nos impingem em certas marisqueiras ainda existem? Onde é que se vai buscar a coragem para abrir uma coisa destas, quando uma simples taça de água quente e uma rodela de limão fazem um serviço absolutamente exemplar, e se alguém beber, ninguém leva a mal?!

A falta de ética olfactiva não se resume apenas à restauração. Basta ir às compras a qualquer centro comercial para levar pelo nariz acima com a sua ausência. O mais recente fenómeno de falta de ética olfactiva chama-se marketing aromático.

Ao comprarmos um par de calças ou umas botas, corremos o risco de ir parar ao hospital. O pivete em certas lojas é de tal ordem intenso e nauseabundo, que um indivíduo fica zonzo e pode mesmo chegar a desfalecer.

Só porque cheira, não quer dizer que cheire bem. Tudo o que demais, é moléstia. Urge uma discussão pública sobre ética olfactiva.


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Nós não queremos!

Na primeira edição do programa de televisão “Quem Quer Namorar com o Agricultor” fui abordado por um elemento da equipa de produção.

Estava interessada em saber se eu gostaria de ser um dos possíveis candidatos ao programa.

Declinei o convite, alegando não reunir quaisquer requisitos para participar.

Além disso escrevi-lhes, dizendo que achava que o programa seria um fracasso, porque a maioria dos meus colegas não precisaria de ajuda para encontrar o amor.

O que mais precisam é de... MÃO-DE-OBRA!

Claro que estava redondamente enganado. O programa foi mesmo um sucesso de audiências.

Depois disto, nada faria prever que voltaria a receber novo convite, para a temporada que se adivinha… No entanto, tornou a acontecer…

Voltei a declinar, e para que não restem quaisquer dúvidas, enviamos um vídeo a explicar porquê!

#quemquernamorarcomoagricultor
 
 

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Cada um é como é nas redes sociais...

Cada um é como é nas redes sociais... #dollypartonchallenge


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Tenho um Peugeot

Um dos melhores presentes que recebi nos últimos tempos foi este clássico da Peugeot, de 6 velocidades manuais, que apenas funciona com pimenta preta ou branca como combustível.

Fácil de conduzir, quer em terrenos planos, como saladas ou tostas, quer em superfícies mais escorregadias, como massas ou pastas, consegue mesmo ser ágil em territórios tradicionalmente difíceis para este 18 cm, como um bacalhau à Brás ou o sempre temível cozido à portuguesa.

Equipado de origem com tracção aos 5 dedos, raramente nos desilude, cumprindo de forma irrepreensível com o compromisso de nos dar prazer de temperar.

Os acabamentos são de luxo, com tablier construído artesanalmente, onde se destacam as melhores madeiras nobres, e no capot, a presença indispensável do icónico Leão em banho dourado, como que nos desafiando, está na hora de carregar no acelerador e ouvir o motor a triturar grãos como se o mundo fosse acabar amanhã.

No campo dos consumos, tal como a maioria dos da sua classe, estes dependem sempre da condução e das unhas do condutor (não aconselhável a quem use unhas de gel...).

Acompanhando as tendências actuais, a marca já lançou alguns modelos elétricos, mas nenhum consegue ainda substituir o charme e a sofisticação deste clássico intemporal.

É caso para dizer: "teremos sempre Paris..."
 
 

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Plantas à mão armada

Não existem muitas plantas que possam ser tantas coisas ao mesmo tempo, como as malaguetas (Capsicum sp.). Oriundas da América-do-sul, deram a volta ao mundo, pelas mãos de portugueses e espanhóis, que as globalizaram.

Chegadas a Goa, logo se transformaram num dos ingredientes imprescindíveis de uma das misturas de especiarias mais conhecidas do Planeta, o caril. São também das poucas plantas que conheço que dão origem a uma arma poderosa, utilizada por forças de segurança do mundo inteiro.

O fabrico e utilização de gás pimenta obedece a legislação específica, sendo este utilizado para controlo de multidões. Provoca irritação e fecho dos olhos, restrição da respiração, tosse seca e sensação temporária de queimadura na zona da face, nariz e mucosas.

Todos os sintomas que experimentei, ao preparar azeite picante para uso caseiro. Uma arma utilizada cá por casa, para estimular o apetite!
 
 

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Dez anos de Bolota

A minha querida companheira de aventuras faz dez anos de vida. Dez anos de puro prazer, amizade, dedicação, alegria, mergulhos, passeios e cumplicidade. E já nos deixou descendência, a inseparável Terra, que a tenta imitar em tudo! Parabéns Bolota!
 
 

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