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Alergias urbanas: a culpa não é das árvores

Nas cidades portuguesas cresce, de ano para ano, a ideia de que as plantas estão a tornar as pessoas mais doentes. E é fácil perceber porquê. Chega a primavera, o ar ganha tons amarelados, os para-brisas ficam cobertos de pó fino e começam os espirros, os olhos inflamados e a fadiga de quem passa semanas inteiras a respirar com dificuldade. Pouco depois surge a explicação imediata, dita quase como uma certeza absoluta. A culpa é das árvores. O plátano que acompanha a avenida, a oliveira encostada ao muro do quintal, o cipreste junto à entrada do cemitério, o pinheiro que recorta a encosta ao fundo da rua. O pólen vê-se. Flutua na luz da manhã, acumula-se nas janelas e atravessa o ar quente das primeiras tardes de primavera, tornando-se impossível ignorá-lo numa época do ano em que muita gente começa a espirrar e a dormir pior. Hoje sabemos que alterações climáticas, poluição atmosférica e degradação da qualidade do ar urbano passaram a interferir diretamente com os ciclos de produção e...

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