Segurança alimentar de plantas novas e esquecidas

A segurança alimentar de plantas novas ou esquecidas, utilizadas como ingredientes alimentares, não nasce da confiança ingénua nem do medo instintivo. Constrói-se, como sempre se construiu ao longo da história da humanidade, através de conhecimento acumulado, observação atenta, avaliação crítica e prudência informada. Entre a curiosidade e o receio, entre a necessidade e a cautela, foi sempre assim que a alimentação humana avançou. 

Quando uma planta entra na alimentação humana, a sua antiguidade é irrelevante.
O que verdadeiramente conta é a sua composição, os modos de utilização, as quantidades consumidas e os efeitos que produz no organismo. A antiguidade não garante segurança, tal como a novidade não implica risco. O que importa não é o tempo de uso da planta enquanto espécie alimentar, mas o grau de compreensão que temos sobre ela.

Muitas das plantas que hoje consideramos banais entraram na alimentação humana sob desconfiança. O tomate (Solanum lycopersicum) e, de forma ainda mais marcante, a batata (Solanum tuberosum) são exemplos claros desse processo. Foram alimentos suspeitos antes de serem quotidianos, estranhos antes de serem indispensáveis.

A suspeita inicial não resultava de uma toxicidade generalizada, mas do desconhecimento profundo das partes comestíveis, dos modos corretos de preparação e das doses seguras. O risco não estava inscrito na planta, mas na ignorância humana perante ela. Foi o avanço do saber botânico, químico, agronómico e culinário que permitiu transformar plantas problemáticas em alimentos estruturantes das dietas modernas.

A abordagem científica contemporânea segue exatamente esse mesmo princípio, embora com ferramentas mais sofisticadas. O primeiro passo é a análise do histórico de consumo humano documentado. Não para sacralizar a tradição, mas para compreender como, em que contextos e com que práticas essa planta foi integrada na alimentação humana ao longo do tempo.

Uma planta utilizada durante gerações, com métodos de preparação bem definidos, fornece um sinal inicial de segurança, embora nunca definitivo. A tradição, por si só, não valida. Informa. Funciona como ponto de partida, não como garantia absoluta. 

Segue-se a caracterização química e toxicológica. Identificam-se compostos potencialmente tóxicos ou antinutricionais, avalia-se a sua biodisponibilidade e estudam-se os seus efeitos fisiológicos. A presença de um composto tóxico não implica, por si só, perigo. O fator determinante é sempre a dose, a frequência de consumo e o contexto alimentar. É aqui que a ciência substitui o medo difuso por risco mensurável.

Um terceiro elemento essencial é o efeito do processamento. Muitas plantas tornam-se seguras apenas após cozedura, fermentação, demolha, secagem ou descasque. A avaliação científica considera o alimento tal como é efetivamente consumido e não a planta crua isolada. Ignorar esta distinção continua a ser uma das fontes mais frequentes de erro na perceção do risco alimentar. Poucos alimentos são avaliados no prato tal como crescem no campo. 

Quando o consumo humano é recente ou insuficientemente documentado, entra em ação o enquadramento regulatório. Na União Europeia, alimentos sem histórico de consumo significativo antes de 1997 são avaliados no âmbito do regime dos novos alimentos. Aqui, a prudência deixa de ser apenas cultural e passa a ser institucional.

A Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA) analisa composição, toxicidade, usos propostos, níveis de exposição e impactos em grupos vulneráveis antes de qualquer autorização. Não se trata de travar a inovação. Trata-se de impedir que o entusiasmo ou fenómenos de marketing ultrapassem o conhecimento. A história alimentar está cheia de exemplos em que a pressa precedeu a compreensão. 

Quando a evidência é limitada, a resposta não passa por proibições arbitrárias. Aplica o princípio da prudência informada. Recomenda consumo moderado, define métodos de preparação adequados, introduz recomendações diferenciadas para grupos mais sensíveis e promove monitorização contínua. É assim que novas plantas entram gradualmente na alimentação humana, evitando repetir equívocos bem documentados.

Há poucas décadas, muitas das plantas hoje omnipresentes nos mercados portugueses eram estranhas, raras ou remetidas para nichos muito específicos. A alimentação nunca é um território estático. É um organismo vivo, em permanente transformação, moldado pelas migrações, pelo comércio, pela ciência, pela moda e pela perceção de saúde. Cada nova planta reabre, em silêncio, as mesmas perguntas antigas.

Observar a introdução recente de certas plantas alimentares e medicinais em Portugal é, por isso, uma forma privilegiada de compreender como se constrói, na prática, a confiança alimentar. E também de perceber como o medo, quando não é acompanhado por conhecimento, tende a repetir-se.

Quando o medo era botânico

A batata ilustra este percurso com particular clareza. Pertencente à família das solanáceas, onde convivem espécies alimentares e espécies francamente tóxicas, foi durante muito tempo olhada com reserva. Os seus tubérculos, hoje presença quotidiana na mesa, coexistem na planta com partes ricas em alcaloides potencialmente perigosos, como a solanina, concentrados sobretudo nos tecidos verdes e nos rebentos.

O risco nunca esteve na batata enquanto alimento. Esteve no desconhecimento do que comer, de como conservar e de como cozinhar. Esta fronteira subtil entre razão e medo tornou-se-me particularmente evidente quando, há alguns anos, numa rubrica que mantive na Antena 1, chamada “O Mundo das Plantas”, decidi abordar o tema das plantas tóxicas, usando a batateira como exemplo.

Minutos depois, senti-me como Orson Welles se terá sentido em 1938, quando, aos microfones da CBS, aterrorizou milhões de americanos com a emissão A Guerra dos Mundos. O telefone da rádio ficou entupido de chamadas. Pessoas inquietas diziam, com genuína aflição: “Como batatas todas as semanas. Será que vou morrer?

A história da batata na Europa confirma esta tensão recorrente. Introduzida a partir da América do Sul, foi inicialmente cultivada com fins ornamentais ou científicos e chegou a ser associada a doenças como a lepra. Só as grandes fomes do século XIX, aliadas a um melhor entendimento agronómico e culinário, permitiram a sua afirmação como cultura essencial.

Cozer tubérculos não é um detalhe cultural irrelevante. Foi uma conquista evolutiva. O domínio do fogo tornou digeríveis e seguros alimentos que, crus ou mal preparados, seriam impróprios ou mesmo venenosos. 

Cogumelos: do saber empírico à segurança

Os cogumelos oferecem um exemplo ainda mais extremo. Durante séculos, foram alimento sazonal recolhido localmente, dependente de conhecimento empírico, transmissão oral e experiência acumulada.

Nesse contexto, a fronteira entre alimento e veneno foi sempre ténue. Espécies comestíveis e espécies altamente tóxicas coexistem nos mesmos habitats, por vezes com semelhanças morfológicas suficientes para enganar até coletores experientes.

A desconfiança associada aos cogumelos não era irracional. Aqui, o risco não estava apenas na preparação ou na dose, mas na identificação correta da espécie. Muitas das intoxicações alimentares mais graves resultam de confusões entre cogumelos comestíveis e espécies tóxicas, algumas delas potencialmente letais.

A transformação deu-se quando o consumo deixou de depender da recolha silvestre e passou a assentar na produção controlada. A introdução de espécies cultivadas, como o cogumelo-de-paris (Agaricus bisporus), o cogumelo-ostra (Pleurotus ostreatus) ou o shiitake (Lentinula edodes), alterou profundamente a relação do consumidor com este alimento. A segurança deixou de depender do reconhecimento no terreno e passou a depender do sistema de produção, do substrato, da higiene e da rastreabilidade.

Quando a novidade veio embrulhada em saúde

Outras plantas chegaram até nós envoltas num discurso quase terapêutico, em que a promessa precedeu o conhecimento. O goji (Lycium barbarum) e o aloé (Aloe vera) são exemplos elucidativos desse caminho apressado entre a novidade e a confiança. 

O goji entrou nos hábitos alimentares europeus e portugueses sob a forma de fruto desidratado importado, promovido como superalimento, rico em antioxidantes e associado a benefícios amplos para a saúde. A sua integração não resultou de uma tradição alimentar próxima nem de um uso culinário enraizado, mas de um discurso funcional intenso, muitas vezes exagerado. Não se tratava de um alimento perigoso em si, mas de um alimento novo apresentado com promessas desproporcionadas face à evidência disponível. 

A sua normalização passou pela clarificação das porções, pela distinção entre consumo alimentar e alegações terapêuticas, pelo controlo de contaminantes e pelo enquadramento regulatório das alegações.

O caso do aloé é ainda mais sensível. Planta medicinal ancestral, amplamente utilizada de forma externa, entrou nos circuitos alimentares quase sem transição. Sumos, geles e extratos passaram a ser consumidos como se o uso tópico tradicional validasse automaticamente a ingestão. Partes da planta contêm compostos potencialmente tóxicos, sobretudo antraquinonas, cuja ingestão pode causar efeitos adversos significativos.

A resposta não passou por demonizar a planta, mas identificar que partes são comestíveis, em que condições, após que tipo de processamento e com que limites de consumo. O aloé tornou-se um exemplo claro de que tradição não equivale automaticamente a segurança alimentar.

O gengibre (Zingiber officinale) ocupa uma posição intermédia. Planta medicinal antiga noutras culturas, entrou nos hábitos portugueses pela gastronomia e pelo discurso terapêutico. Como condimento, em pequenas quantidades, nunca levantou preocupações relevantes. As questões surgem quando passa do prato para o suplemento, do uso culinário para o consumo concentrado. É nesse ponto que a dose, as interações medicamentosas e as expectativas exigem maior rigor.

Quando a novidade se tornou rotina

Há poucas décadas, muitas das plantas hoje omnipresentes nos mercados portugueses eram estranhas ou remetidas para nichos específicos. O kiwi (Actinidia deliciosa) é um dos exemplos mais claros de como se constrói, passo a passo, a confiança alimentar. Introduzido no nosso país nos anos 1980 como fruta exótica importada, entrou com curiosidade e reserva. Não era tóxico, mas era novo.

A sua aceitação resultou de um processo cumulativo. O reconhecimento do seu valor nutricional, a adaptação agronómica aos cultivos que entretanto se foram realizando e a normalização do consumo quotidiano transformaram um fruto exótico num alimento familiar. Hoje é uma das fileiras mais importantes do norte de Portugal, com investigação consolidada e desafios centrados sobretudo na introdução de novas variedades. 

Percurso semelhante, embora mais recente, pode ser observado no mirtilo (Vaccinium corymbosum). Ausente da tradição alimentar portuguesa generalizada, entrou pela via da nutrição funcional e só mais tarde como cultura agrícola instalada. A sua consolidação resultou da caracterização da composição nutricional, da adaptação agronómica e da criação de cadeias produtivas capazes de garantir qualidade e regularidade.

A manga (Mangifera indica) e a papaia (Carica papaya) seguiram um caminho próximo. Durante muito tempo comercializadas como frutas de exceção, tornaram-se banais à medida que as cadeias logísticas amadureceram e se construiu uma aprendizagem coletiva sobre maturação, conservação e digestibilidade. O risco nunca esteve na planta, mas no desconhecimento do ponto certo de consumo. 

Quando o risco está na cadeia

O pistácio (Pistacia vera) mostra que a segurança alimentar depende tanto do alimento como do sistema que o envolve. Integrado há muito na dieta mediterrânica alargada, foi durante séculos consumido de forma relativamente localizada e sazonal, associado a regiões produtoras específicas e a contextos culturais bem definidos. 

A sua popularização global transformou-o num alimento corrente, presente em snacks, pastelaria, culinária e produtos processados, alterando profundamente a escala e a intensidade do consumo. Do ponto de vista estritamente alimentar, o pistácio nunca foi um fruto seco problemático. A parte comestível está claramente definida e o seu consumo tradicional é seguro.

As preocupações surgem quando a produção se intensifica, o armazenamento se prolonga e as cadeias de distribuição se tornam longas e complexas. É neste contexto que entram em cena as aflatoxinas, toxinas produzidas por fungos que podem contaminar frutos secos mal secos ou mal armazenados.

Aqui, a segurança alimentar deixa de depender da novidade do alimento e passa a depender do rigor técnico. Secagem adequada, controlo da humidade, condições de armazenamento, monitorização regular e cumprimento de limites legais são tão determinantes para a segurança quanto a própria natureza da planta. Um pistácio seguro no campo pode tornar-se problemático no armazém. 

O pistácio lembra-nos que a segurança alimentar não reside apenas no que se come, mas na forma como esse alimento foi produzido, tratado e conservado. Ao tornar-se comum, passou a depender de sistemas de controlo sofisticados para manter a confiança do consumidor. 

O abacate (Persea americana) ilustra outra dimensão. Embora conhecido em Portugal há várias décadas, a sua explosão de popularidade é recente e está intimamente ligada à valorização nutricional das gorduras insaturadas e à sua associação a padrões alimentares considerados saudáveis.

A sua integração alimentar foi tranquila do ponto de vista toxicológico. Nunca apresentou problemas relevantes no consumo habitual, as partes comestíveis estão claramente definidas e o seu uso culinário é simples e amplamente partilhado. A confiança construiu-se rapidamente porque o alimento era facilmente compreendido, previsível nos seus efeitos e compatível com práticas alimentares já existentes. 

No entanto, este exemplo mostra que garantir a segurança alimentar não se esgota na ausência de toxicidade. A procura crescente nos mercados ocidentais transformou o abacate num produto de elevado valor económico, com consequências profundas nos territórios de produção. Em algumas regiões do México, essa valorização levou à captura da produção e da comercialização por redes criminosas, dando origem ao termo “abacates de sangue”. 

Aqui, o risco não está no alimento que chega ao prato, mas no sistema que o torna possível. A segurança alimentar inclui também sustentabilidade ambiental, pressão sobre os recursos hídricos, justiça social e integridade das cadeias de produção. Um alimento pode ser nutricionalmente seguro e, ainda assim, participar em sistemas profundamente inseguros do ponto de vista humano e ecológico.

A quinoa (Chenopodium quinoa) amplia ainda mais este quadro. Durante milénios, sustentou populações indígenas andinas em ambientes extremos, integrando sistemas agrícolas, culturais e alimentares profundamente enraizados.

O seu cultivo estava adaptado a altitudes elevadas, solos pobres e climas severos, e o seu consumo era regulado por conhecimento acumulado sobre variedades, ciclos agrícolas e processamento adequado, nomeadamente a remoção das saponinas naturalmente presentes no grão.

Neste contexto, a segurança alimentar da quinoa não era um problema técnico isolado, mas um equilíbrio entre ecologia, cultura e subsistência. A planta era segura porque era conhecida, respeitada e integrada em sistemas locais que lhe davam sentido.

Quando o Ocidente a consagrou como superalimento, esse equilíbrio foi abruptamente alterado. A procura internacional cresceu rapidamente, impulsionada por discursos nutricionais simplificados e por uma valorização intensa nos mercados globais. Em determinados contextos, sobretudo no auge dessa expansão, a quinoa tornou-se menos acessível para consumidores locais devido à subida acentuada dos preços.

Ao mesmo tempo, trouxe rendimentos inéditos a muitos pequenos agricultores, alterou sistemas produtivos, incentivou a intensificação e pressionou ecossistemas frágeis. 

Este caso mostra que a segurança alimentar pode falhar mesmo quando o alimento é seguro no prato. A quinoa que chegou à Europa e à América do Norte cumpria os requisitos sanitários, nutricionais e regulatórios. A fragilidade não residiu na sua composição nem nos modos de preparação, mas na equidade do sistema que ligou consumo e origem e na rapidez com que um alimento profundamente local foi convertido em mercadoria global.

Quando o futuro é também regresso

Há também plantas que regressam após longos períodos de esquecimento, trazendo consigo uma memória longa que a pressa do presente quase apagou. A batata-doce (Ipomoea batatas) é um caso paradigmático desse vaivém entre centralidade e marginalização.

Quando os portugueses chegaram ao Brasil, esta cultura já era central na alimentação das populações indígenas, plenamente integrada em sistemas agrícolas adaptados aos trópicos. Pouco depois, Colombo levou a batata-doce para a Europa e ofereceu-a a Isabel, a Católica, como prova material do achamento das Américas.

Ao contrário da batata-comum, a sua difusão foi rápida. Na segunda metade do século XVI, a batata-doce estava já bem estabelecida em Portugal, Espanha e Itália, não como curiosidade botânica, mas como cultura alimentar efetiva.

Os portugueses levaram-na consigo nas rotas oceânicas, introduzindo-a em África, na Índia, na Indonésia, na China e no Japão. A sua plasticidade agronómica, a capacidade de produzir em condições difíceis e o elevado valor energético tornaram-na uma cultura estratégica.

Hoje é uma das plantas alimentares mais importantes da vasta região intertropical, com um papel central na segurança alimentar de milhões de pessoas. Em várias regiões africanas representa uma percentagem elevada da ingestão diária, e a China é, de longe, o maior produtor mundial.

Do ponto de vista da segurança alimentar, a batata-doce nunca foi um alimento problemático. As partes comestíveis estão claramente definidas, o uso culinário é simples e o seu consumo tem séculos de história documentada.

Ainda assim, a sua trajetória em Portugal continental mostra como a segurança e a importância de um alimento não garantem a sua permanência cultural. Para quem cresceu nas décadas de 1980 e 1990, a batata-doce era quase uma ausência. Com raras exceções nos Açores, na Madeira e na região de Aljezur, foi progressivamente substituída pela batata-comum, associada a maior rendimento, maior uniformidade comercial e a um estatuto social distinto. 

A batata-doce ficou colada a uma imagem de alimento pobre, rural, ultrapassado. Paradoxalmente, muitas mães e avós dos anos 80 cultivavam-na em copos de água dentro de casa como planta ornamental, admirando as folhas em forma de coração, mas afastando-a do prato. 

O seu regresso recente não resulta de qualquer mudança na planta. Resulta de uma mudança de olhar. A redescoberta do seu valor nutricional, a atenção crescente à diversidade alimentar, a procura de alimentos mais resilientes e a revalorização de culturas esquecidas devolveram-lhe centralidade. O que era visto como sinal de atraso passou a ser entendido como recurso e benefício nutricional. 

Síntese

Em síntese, a segurança alimentar de plantas novas ou esquecidas não depende da sua antiguidade nem do grau de familiaridade cultural que lhes fomos atribuindo. Depende da capacidade de compreender o que comemos, de que modo o preparamos, em que quantidades consumimos e em que sistemas ecológicos, sociais e económicos integramos cada alimento.

O conhecimento científico fornece os instrumentos para identificar riscos e avaliar processos. A cultura alimentar oferece o contexto histórico e social que permite aplicar esse conhecimento com discernimento. Foi assim que a humanidade transformou plantas inicialmente problemáticas em alimentos estruturantes. Esse continua a ser, hoje, o único caminho verdadeiramente responsável.
 

 

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