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Não acaba aqui...

Uma aventura de vida e de morte nas lagoas de Bertiandos - Ponte de Lima

 Um carvalho centenário...

 As suas raízes expostas...

 Matéria orgânica...

 Estará...........?!!!

Afinal não acaba aqui... ainda!!!

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Viagem a Miranda do Douro

O V Encontro da Primavera de Miranda do Douro 2010 correu bem, num ambiente muito informal, mas proveitoso. Confesso que a grande surpresa para mim foi conhecer Miranda do Douro, já que estranhamente, ainda não conhecia. É arrebatador!!! Devo regressar em breve!!! As oportunidades para tirar fotografias não foram muitas, mas ficam aqui algumas das possíveis.



As encostas escarpadas do Douro não deixam ninguém indiferente.


No fim do dia um super jantar ao ar livre cheio de tudo quanto há de melhor!!!

Um inesperado burripaper, onde galguei orgulhosamente um puro mirandês, raça em franca recuperação.

Até parece fácil!!!

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V Encontros da Primavera de Miranda do Douro 2010

Fui convidado pelo CRIA (Centro em Rede de Investigação em Antropologia) para estar presente enquanto orador, no V Encontro da Primavera de Miranda do Douro 2010, que decorre de 20-23 de Maio de 2010. A minha intervenção será no Sábado 22 de Maio, na Casa da Cultura Mirandesa, no decorrer do Seminário de Etnobotânica Europeia (1ª sessão portuguesa, em colaboração com o Musée Ethnologique de Salagon – França).

O desafio lançado pela organização foi no sentido de partilhar a já longa experiência de ensino ligado às plantas, que nos últimos 12 anos tenho levado a cabo, para um público cada vez mais diverso. Assim, pelas 15,15 horas, e pela primeira vez, falarei de “O fascínio Contemporâneo pelas plantas. Cursos de plantas aromáticas e medicinais em Portugal”, em jeito de balanço e caso-estudo pessoal desta longa e inacabada caminhada. Programa e inscrições aqui.

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Mezinhas caseiras

Uma mezinha pode ser qualquer remédio caseiro, preparado geralmente com o recurso a plantas medicinais. Inspirado por antigas receitas, algumas delas perdidas no tempo, eis que nesta rubrica me dedico a este apaixonante tema. Por ser maior que o habitual, teve que ficar dividida em 2 segmentos.

Vídeo 1


Vídeo 2


Receitas:

Infusão sedativa – utilizado em casos de agitação nervosa e transtornos do sono.

150 ml de água;
2 cc hipericão;
1 cc raiz valeriana;
2 cc passiflora;
1 cc flores secas de alfazema.

Por chávena: deitar 150 ml de água quente sobre 1 cc da mistura, tapar, deixar repousar 5-10 minutos, coar e beber antes de deitar.

Gel de aloé – utilizado para tratar queimaduras, queimaduras solares, e picadas de insectos.

1 folha de aloé;
4 gotas óleo essencial de alfazema.

retire a parte exterior da folha descascando. Extrair o suco gelatinoso e passar num copo misturador. Para cada 50 ml de gel, juntar 4 gotas e óleo essencial de alfazema. Mexer bem. Colocar num frasco de vidro ou numa lata, fechar e colocar 1 etiqueta. Guardar no frigorífico 3-4- semanas.

Óleo de alecrim – utilizado em problemas de reumatismo e circulatórios, em massagens e fricções.

500 gr alecrim fresco, picado;
750 ml azeite ou óleo girassol.

Misture o alecrim picado e o azeite numa tigela de vidro e coloque numa panela em banho-maria. Cubra e deixe em lume brando 2-3 horas. Retirar do lume e deixar arrefecer. Em seguida, usar uma gaze ou coador chinês para coar a infusão para dentro de um jarro. Com o auxílio de um funil, deitar o óleo em frascos de vidro escuro, de preferência. Fechar e colocar 1 etiqueta. Guardar num local fresco ao abrigo da luz durante um ano.

Vinho de alecrim – utilizado como restaurador/tónico de memória

1 garrafa de vinho maduro (tinto ou branco);
5 raminhos de alecrim fresco.

Colocar os ramos de alecrim dentro da garrafa de vinho. Agitar todos os dias. Beber um copo diariamente depois do jantar.

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Svalbard Global Seed Vault

Assegurar que a diversidade genética de todas as plantas cultivadas da humanidade é preservada para as futuras gerações é uma importante contribuição que poderá levar à redução da fome e pobreza em países subdesenvolvidos.
O 'Cofre de Sementes Global de Svalbard', estabelecido nas montanhas geladas desta região da Noruega, foi concebido para armazenar sementes provenientes de colecções de todo o planeta. Com cerca de 120 metros de comprimento, preserva as sementes de mais de 268.000 plantas diferentes. Estas são mantidas a -18ºC. Algumas podem germinar algumas décadas ou séculos depois, enquanto outras tem que ser semeadas e colhidas com frequência para assegurar a sua sobrevivência. Muitas destas colecções são de países subdesenvolvidos. Se forem perdidas, como resultado de catástrofes naturais, guerras ou simplesmente falta de recursos, as colecções podem ser restabelecidas usando os duplicados conservados em Svalbard.
A perda de biodiversidade é presentemente um dos maiores desafios face ao ambiente e ao desenvolvimento sustentável. A diversidade das plantas cultivadas está sob pressão constante. A sua perda poderá ter consequências irreversíveis na oportunidade de desenvolver cultivos adaptados às alterações climáticas, novas pragas e doenças, bem como às necessidades de uma população global em expansão.
Esta moderna arca poderá assegurar que, mesmo após uma catástrofe global, as sementes do nosso futuro permaneçam em boas mãos. Mais informações em:

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